Você está aqui: Home » Blogs » A escravidão

A escravidão

(LEIA NO BLOG DETALHES – MILTON SANTOS, JORNALISTA)>>>>

A ESCRAVIDÃO ===

Um dos assuntos badalados na imprensa nas últimas semanas foi o trabalho escravo. Em pleno século XXI a escravidão é comentada no país. E como é no mundo todo. Conforme pesquisas que chegam às redes sociais, são 46 milhões de pessoas em condição de escravidão no planeta. Na Índia são cerca de 18 milhões de escravos. China, Paquistão, Bangladesh, Uzbequistão, Coreia do Norte, são países onde a escravidão está mais presente no mundo. Na África, em alguns contextos (setores) é até legalizada.

A História conta que a escravidão surgiu como obra de colonizadores portugueses, espanhóis e ingleses, que superlotavam os porões dos navios negreiros trazidos para a América. A prática sempre esteve presente, tendo sido abolida na civilização ocidental de influência cristã. A escravidão apareceu em seus primórdios, quando povos vencidos em batalhas eram escravizados. No Brasil, a escravidão começou com a produção de açúcar no século XVI. A abolição chegou em 13 de maio de 1888 com a promulgação da Lei Áurea, pela Princesa Isabel. Apesar disso, o fantasma da escravidão e do trabalho escravo volta a rondar.

O tráfico de pessoas, no mundo, é uma das atividades criminosas mais lucrativas. Milhares de pessoas são vendidas e escravizadas em todo o planeta. Muitos trabalham em colheitas, muitas mulheres são escravas sexuais, entre tantas práticas cruéis. A pergunta precisa ser feita: Por que um mundo tão desenvolvido tecnologicamente se volta para uma prática tão horripilante como a escravidão?

Numa resposta mais simples e desejada é: precisamos de gente que não se venda, alinhada com os valores morais, que trabalhe para uma sociedade mais justa, combatendo o horror da escravidão e do trabalho escravo com todas as forças.

BULLYING

O atentado cometido por um estudante de 14 anos em uma escola de Goiânia, causando a morte de dois jovens colegas, no dia 20 de outubro, segundo informações, teria sido motivado por bullying. Não importa o tamanho da tragédia ou quantidade das brigas entre alunos, pois o que é necessário é um debate acerca da responsabilidade e da ação das instituições de ensino no combate a esse tipo de agressão entre estudantes. Em 2015, os números estatísticos já revelavam que um em cada dez estudantes era vítima de bullying. O número cresceu com o tempo, certamente.

Trata-se de um índice preocupante e que merece uma visão mais aprofundada. É necessária uma ação eficaz para fazer com que os jovens entendam-se melhor e compreendam as limitações e diferenças de seus colegas, o que é fundamental na construção do respeito e a redução de casos de bullying escolar.

A VIDA

Ontem, quinta-feira, 2 de novembro, lembramos os finados. Mais que lembrar aqueles de passaram, aos quais devemos gratidão e preces, é um momento de repensar como convivemos. Lembramo-nos dos mortos, mas às vezes esquecemos os que estão vivos com os quais convivemos.  Visitar os cemitérios com flores, é inevitável e homenagem aos nossos entes queridos que se foram. Mas não devemos esquecer os vivos. A semana de Finados possibilita avaliar como convivemos. Se necessário, podemos corrigir o rumo. Com foco neste assunto, deixo com vocês o que escreveu a Santa Tereza de Calcutá. Diz, em suas palavras, o que fazer com a nossa vida, como viver, sem perder tempo e, sem chances de se arrepender depois:

VIVA A VIDA – A vida é uma oportunidade, aproveite-a; a vida é beleza, admire-a; a vida é felicidade, deguste-a; a vida é um sonho, torne-o realidade; a vida é um desafio, enfrente-o; a vida é um dever, cumpra-o; a vida um jogo, jogue-o; a vida é preciosa, cuide dela; a vida é uma riqueza, conserve-a; a vida é amor, partilhe-o; a vida é um mistério, descubra-o; a vida é promessa, cumpra-a; a vida é tristeza, supere-a; a vida é um hino, cante-o; a vida é luta, aceite-a; a vida é uma aventura, arrisque-a; a vida é felicidade, mereça-a; a vida é vida, defenda-a!”

A FORÇA DOS COMERCIÁRIOS

O dia 30 de outubro foi uma data em que houve homenagens a uma gama de  profissionais das mais importantes para a economia brasileira. Uma classe que envolve, quem sabe, um dos maiores contingentes de trabalhadores do país. Os Comerciários. Pois a data de celebração, 30 de outubro, foi criada a partir da determinação do Presidente da República, Getúlio Vargas, em 1932, que reduziu a carga horária da categoria de 12 horas diárias para 8 horas.

Decisão, aliás, que beneficiou também profissionais de outros setores. Assim, constituiu-se num marco histórico para os comerciários,  que hoje, mesmo com todas as dificuldades, são considerados grandes propulsores do desenvolvimento econômico no país. No dia da celebração, o Ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, disse que “o comerciário é um agente fundamental para a irrigação da economia. Se não tem comércio, não tem consumo, nem transformação, e a produção fica represada, gerando a crise”, frase de enaltecimento que vem corroborar com a afirmação da importância que tem este profissional na vida da economia brasileira.

Segundo informações da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio hoje há 12 milhões de trabalhadores no comércio e serviços em todo o país. Recentemente, mais precisamente em 2013, a profissão foi regulamentada pela Lei nº 12.790, que reconheceu a importância política, social e econômica da categoria comerciária, passando a ter direitos, benefícios e segurança jurídica comuns a outras profissões.

Como selecionar a atividades do comerciário? O comerciário atua como empregado em estabelecimentos comerciais dos mais diversos ramos. Para exemplificar pode-se citar o comércio de venda de álcool e bebidas em geral, as distribuidoras de produtos siderúrgicos, também o comércio de bijuterias, gêneros alimentícios, máquinas, materiais de construção, tecidos, material de escritório e papelaria em geral, e têm atuação em feiras livres a lojas de shoppings ou de ruas, como vendedor, caixa, promotor, estoquista e até como gerente de um estabelecimento comercial. Todos têm importância fundamental na economia brasileira.

O país passa por um momento difícil no que se refere ao seu crescimento econômico, mas a expectativa é de que a categoria comerciária seja cada dia mais valorizada. Afinal, os comerciários são fundamentais para o sucesso de qualquer estabelecimento comercial, dando a cara e o jeito de uma empresa ou de uma marca no contato com os clientes e em todo o processo até que o produto ou serviço chegue ao consumidor final. Há algum tempo que ser comerciário não é mais a saída para quem não conquistou outra colocação profissional. Hoje ser comerciário é uma escolha consciente, uma profissão reconhecida, que leva à conquista de metas e de satisfação na vida profissional do cidadão.

Parabéns a todos os comerciários!

 

 

 

Deixe um comentário

Jornal Correio Rural de Viamão | Rua Marechal Deodoro, 274, Centro, Viamão/RS | Fones: (51) 99430-5151, 98529-8759