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Comemorações

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COMEMORAÇÕES===

Conhecido empresário do comércio viamonense presenciou a comemoração de aniversário no pátio de uma escola. O aluno aniversariante recebeu dos colegas uma saraivada de ovos. Ficou todo lambuzado de gema, clara e casca. O comerciante viamonense ficou sabendo que é tradicional este tipo de comemoração entre estudantes.

Pois o empresário sugere que, ao invés de jogarem ovos no aniversariante, que despejem nele farinha, a exemplo dos jogadores de futebol quando aniversariam. Eu já aprecio um forte abraço e um parabéns a você.

NO PISCAR DOS OLHOS

Não é novidade a existência de cabos submarinos que ajudam na comunicação entre países dos diversoscontinentes. Esta semana veio a notícia, que a Angola Cables, operadora de telecomunicações globais, iniciou a instalação do cabo submarino de fibra óptica SACS (South Atlantic Cable Sytem), a partir da costa de Angola, em Sangano, município da Quissama. Primeiro cabo a conectar Fortaleza, no Ceará, a Luanda, em Angola, pelo Atlântico Sul. Ao todo, o processo de instalação do cabo até sua chegada à costa cearense, deverá levar cerca de quatro a cinco meses. Construído pela unidade japonesa da NEC, o cabo terá capacidade de pelo menos 40 Tbps e 6 mil quilómetros de extensão, tudo isso na velocidade luz, já que a troca de informações entre os dois continentes será feita em até 63 milissegundos, mais rápida que um piscar de olhos.

PROFISSÕES E OS “3 R”

No futebol usa-se a máxima: “Em time que está ganhando, não se mexe!”. Esta mesma frase é usada, às vezes equivocadamente, por profissionais em suas carreiras e que atuam em empresas nas diversas áreas de atendimento. Ora, se eu tenho um bom salário, se eu sou bem reconhecido na minha profissão, se tenho bons relacionamentos, por que mudar? Por que trocar o certo pelo duvidoso?

Tomando como exemplo o futebol e o Neymar no seu recente processo de saída do Barcelona, ingressando no PSG, profissionais da área de administração de empresas derramaram nas redes sociais uma série de comentários. Comparando profissões e empresas, um dos comentários alastra-se em perguntas: Com um bom reconhecimento do seu trabalho e ainda com várias amizades no clube, com um ótimo salário, se você estivesse no lugar dele, mudaria? Ainda mais para uma empresa de expressão menor? Será que Neymar errou? Estava insatisfeito ou com problemas que muitos não sabiam? Será que foi por causa de dinheiro?

Os comentários respondem que justificam o acerto de Neymar. E aí o incluem, e recomendam a todos os profissionais, o modelo dos “3 R”. O primeiro R é o da Razão, que validam o motivo da saída, pois mesmo aqueles profissionais que se destacam não têm clareza exata daquilo que fazem na profissão, embora movido por desafios, como é o caso de Neymar. O segundo R é o do Reconhecimento, um dos principais fatores, que influencia na motivação dos profissionais. Ninguém questiona se o Neymar era reconhecido no Barcelona, mas o fato a ser analisado é se o reconhecimento que ele tinha era suficiente para o profissional, ou mesmo, se era o que ele esperava depois dos anos e dos resultados obtidos. O terceiro R é o do Relacionamento. Ter e manter bons relacionamentos está entre as principais causas de felicidade das pessoas. É claro que Neymar não tinha um ambiente ruim ou hostil no Barcelona, longe disto mas, por outro lado, também terá um excelente ambiente do ponto de vista de relacionamentos, com pessoas que já conhece, tem empatia.

HOMENAGEM AOS PAPAIS

Pela data que transcorre neste domingo, 13, fica a mensagem: “A ninguém cabe conceber nenhuma necessidade tão importante durante a infância de uma pessoa que a necessidade de sentir-se protegido por um pai”.

A CONDUTA NA POLÍTICA BRASILEIRA

A vida política e administrativa do país está uma vergonha. Lógico, se formos comparar com o momento vivido por outras repúblicas, não tão grandes, poderíamos dizer que está uma beleza. Mas não está. Os poderes Executivo e Legislativo deixaram de lado os interesses da Nação e seus membros pouco se importam, deixando de lado suas tarefas precípuas. E essa deturpação, que já deixa o povo estupefato e sem ter a quem recorrer, atinge de forma assustadora o poder que tem a obrigação de fazer cumprir as leis, o Judiciário. A maioria dos políticos brasileiros, atuantes hoje, já estão desgastados por aquilo de legal que deixam de fazer e por estarem atuando por interesses diversificados.

Isso dá ensejo para que surjam análises opinativas, com pessoas abalizadas dando o seu parecer com relação à anarquia. Como escreve o dr. Luiz Carlos Borges da Silveira, professor, médico e empresário: “A política atual é um desastre, nossos políticos não aprendem e não se emendam, ou pior: não querem mudar e colocam jogo de interesses partidários e, especialmente, vontades pessoais acima da Nação. Valem-se de propostas, projetos e Medidas Provisórias destinadas a recompor a situação de governabilidade para alimentar vaidades pessoais. Quem acompanha com um mínimo de atenção o cotidiano do Congresso Nacional percebe o inescrupuloso comportamento, que não é de hoje e precisa ser mudado com urgência.

O pior de tudo isso, é que eles não estão pensando no Brasil, e sim neles mesmos, em interesses próprios e exclusivos; não estão preocupados com o que acontece no país, são alheios aos problemas nacionais e ao sofrimento da população brasileira. São eles representantes do povo, que deveriam demonstrar boa vontade, convergindo para pontos comuns na busca de soluções às questões que travam o desenvolvimento econômico e social e preocupam todos brasileiros. Usam as Casas legislativas com esse objetivo condenável envolvendo-se em disputa, para insana afirmação de liderança maior do que realmente possuem, pois sequer ostentam biografia política acima de suspeitas.

Essa queda de braço entre políticos é prejudicial à sociedade geral, e somente interessa a quem quer a instabilidade e a fragilização do sistema no intuito de auferir vantagens, como temos visto descaradamente nos últimos tempos. As eleições estão chegando, e com ela a chance de mostrarmos que sabemos avaliar todos esses atos, cobrando de todos a falta de interesse pelo bem comum. E bom será que o povo brasileiro manifeste sua repulsa de quantas maneiras puder, principalmente pelo voto, arma cidadã própria da legítima democracia”.

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