Você está aqui: Home » Blogs » Blog dos Esportes » Dinastia de goleiros garante Inter na décima final seguida; apesar de Zago

Dinastia de goleiros garante Inter na décima final seguida; apesar de Zago

(LEIA NO BLOG DOS ESPORTES – SAUL TEIXEIRA-JORNALISTA)>>>>

Comissão técnica

O grande craque colorado do momento chama-se Daniel Pavan. O treinador de goleiros tem ganhado destaque nacional pela excelência apresentada por todos os seus pupilos. Ontem foi a vez do terceiro goleiro Keiller, brilhar e ser determinante para que os vermelhos disputem a sua, pasmem, décima final consecutiva. Grenalização à parte, é fato: em matéria de campeonato regional, Papai continua sendo o maior! Independente do desfecho da final.

Ver x enxergar

Antônio Carlos Zago novamente foi infeliz. Aliás, a equipe só jogou bem nas vezes em que havia Uendel no meio-campo e Carlinhos na lateral-esquerda. Afora isso, o comandante foi incapaz de encontrar soluções e insiste em repetir velhos equívocos. Contra o Caxias, leia-se a presença de Anselmo entre os titulares, a insistência com o 4-3-2-1 (losango) sem haver as peças adequadas. Zago deveria, entre outros, ter tirado Alemão, que já tinha cartão amarelo, e recuado Edenílson, que nos últimos “500 anos” jogou como lateral no futebol italiano. Zago precisa parar de “chutar” os médicos adversários, parar de simular agressões e, de fato, assistir aos jogos. Hoje, o ex-camisa 3 parece estar  vendo os jogos, mas é incapaz de enxergar o que o campo fala.

Culpa do Noveletto?

Graças a jornada iluminada de Keiller, o pênalti não assinalado para o Inter no primeiro tempo, em lance de Nico López, não fez falta. A arbitragem liderada por Daniel Bins precisa pagar promessas de joelhos: bendito seja São Keiller! É o que sempre digo: o mal da arbitragem mundial é o “localismo”. Na dúvida é pró-casa, quase sempre!

Futuro

Sem Carlinhos, Zago precisa colocar na gaveta a ideia do meio-campo em losango. Com Anselmo jamais vai funcionar. Não haverá saída de jogo, tampouco, jogada de frente, de flanco, não haverá equilíbrio, nem troca de passes. Se quiser insistir com a mecânica, a escalação de Charles se torna imprescindível. Do contrário, por que não testar o 4-2-3-1 com Diego ou Valdívia por um flanco, com Nico pelo outro lado? Sempre com D’Alessandro centralizado, é claro!

Finalíssima

Força da camiseta e tradição não bastam. Embora esteja na final, o Inter precisará de “bola” e ORGANIZAÇÃO para materializar o Hepta. Por enquanto, os colorados ainda estão muito longe do feito histórico. Por mais paradoxal que possa parecer. O Novo Hamburgo não chegou à final de paraquedas.

 

Deixe um comentário

Jornal Correio Rural de Viamão | Rua Marechal Deodoro, 137, sala 206 - Centro, Viamão/RS | Fones: (51) 3485-1313.