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Moacir Franco vem aí

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MOACIR FRANCO VEM AÍ ===

Quem tem uma idade acima dos setenta não escapa de, num determinado momento, relembrar coisas vividas lá atrás. Ainda mais quando fatos presentes propagam a um acontecimento que vai trazer um lapso daquilo que passou.

Essa relembrança é cafonice, é nostalgia, é coisa de dinossauro?… Não! É uma forma de perpetuar na memória pedaços da vida que podem ser contadas sem o menor preconceito.

Mas vamos ao fato presente: o cantor, músico, compositor, ator e humorista Moacir Franco estará se apresentando em Viamão no dia 13 de setembro. Relembrando: nos anos 1960 eu trabalhava no Banco Agrícola Mercantil (depois Unibanco e agora Itaú). Raras eram as famílias que tinham em casa um aparelho de TV, aqueles tubos valvulados com  imagem preto e branco. Predominavam as rádios AM. Era sucesso naqueles anos o Moacir Franco, que tinha um programa semanal na TV Tupi, retransmitido em VT para o Rgsul pela TV Piratini, a única então em Porto Alegre. O programa era mostrado à noite, não lembro o dia da semana. Mas eu tinha o convite especial para assistir o programa na casa do meu colega de banco o Wilson Costa e sua esposa a professora Neuza Curtis Costa. Pois o Moacir Franco comandava um programa de muita música e humor. O tempo passou, ele tomou outros rumos com imenso sucesso, esteve doente, retornou, andou por outras emissoras e hoje está no SBT onde faz o papel humorístico de Jeca Gay no programa A Praça é Nossa, de Carlos Alberto Nóbrega (foto). Se tudo correr bem, estarei lá no teatro da Facesi, dia 13, para aplaudir este astro brasileiro que estará completando 80 anos.

NÃO É BRINCADEIRA

O brasileiro decente trabalha de sol a sol para, no fim do mês, receber a recompensa do salário. Os conselhos levam ao trabalhador a orientação para que controle seus gastos afim de que o ganho mensal possa ser o suficiente. Mas nem todos ouvem os conselhos e se excedem nas compras e na abertura de prestações. Outros controlam mas, de repente, surge um problema inesperado que os levam a um gasto que não estava previsto. Como os pagamentos não podem ser feitos, acabam com seus nomes no SPC, no Serasa. Fica sujo! Caloteiro! De forma mais suave, inadimplente.

Mas olhem, leitores, o que eu vi na internet. Um conselho de educador financeiro. Ali está escrito: “Estar com o nome sujo pode ser a solução para o inadimplente: assim não busca novos créditos e nem compromete ainda mais sua situação. Atualmente, 59,4 milhões de brasileiros estão inadimplentes”.

Puxa! Aprendemos que uma das piores coisas na vida é ser caloteiro e aí estão dizendo que brilhar no SPC não é nada de assustar. Pois o educador financeiro diz: “Nem todo inadimplente é caloteiro. Recomenda-se que o melhor é dizer aos credores que ´devo, não nego, pago quando e como puder´”.

Atenção, pessoal! Respeito o educador financeiro, mas não entrem nesta lorota! Paguem as contas senão o bicho pega! Vocês não são os queridinhos abonados de Brasília que os bancos embalam.

O MUNDO DOS GAMES

Com o incessante desenvolvimento da tecnologia, uma pergunta é constante na vida moderna dos pais: videogames são bons ou ruins para os filhos? O crescente uso de aparelhos eletrônicos, como notebooks, tablets e smartphones, estes conquistam a atenção das crianças, e isso gera discussão relevante dentro das famílias e nas escolas. O cenário tecnológico leva os pais à motivação, e até mesmo à pressão, de comprá-los e entregar nas mãos dos pequenos.

Pesquisas apontam que as crianças que brincam com videogame são mais criativas, tem um rápido desenvolvimento cognitivo, uma capacidade maior de tomar decisões, enxergam melhor o espaço e desenvolvem bem a coordenação motora, entre outros benefícios. Ao contrário, outras pesquisas mostram que os jogos eletrônicos causam complicações no desempenho escolar das crianças, elas passam a ter problemas de socialização, parecendo estarem sempre com mau humor tornando-as mais impacientes. São estudos que divergem e deixam os pais ainda mais confusos sobre o que fazer.

Afinal, os pais devem entregar os jogos eletrônicos para os filhos, ou não?

Muitos jogos, programas de televisão e sites na internet têm conteúdos violentos ou que não são apropriados para o público infantil. Cabe ao adulto selecionar e permitir qual tipo de influência seus filhos irão absorver. Então pais, professores e agentes educacionais estejam atentos e envolvidos com o desenvolvimento do material para crianças. Não basta apenas permitir ou proibir o contato com determinados videogames ou programas. É necessário que pais, em casa, e professores, nas escolas, façam estudos profundos para chegarem à conclusão sobre o que é admissível para uso das crianças.

Um outro ponto que precisa de atenção é o tempo dedicado aos jogos e aparelhos eletrônicos. O tempo tem um valor importante e precisa ser medido no que se refere ao seu uso adequado. Se uma criança fica exposta a um longo período ao jogo, é sinal de que o vídeo game é muito importante para ela. E se as tarefas que sabemos são muito importantes (como estudar) ficarem comprometidas devido a isso?

É preciso buscar um ponto de equilíbrio entre os momentos com os aparelhos eletrônicos e outros longe deles. Quem sabe esta é a principal tarefa que os adultos devem ter. Muita água a pessoa pode morrer afogada, pouca pode morrer desidratada. O uso da tecnologia precisa ter essa visão.

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