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Movimento do trânsito

(LEIA NO BLOG DETALHES – MILTON SANTOS, JORNALISTA)>>>

MOVIMENTO DO TRÂNSITO ===

Os viamonenses convivem, diariamente, com o intenso movimento de veículos que transitam pelas ruas e estradas que formam a malha rodoviária do município a qual, por sinal, e não poderia ser diferente, dá acesso à nossa cidade, aos disdtritos e vilas circundantes, assim comoservem de escoamento para quemvai daqui para outras localidades.

Os viamonenses também convivem, de forma visual ou através das mensagens que chegam aqui via rede social e rádios, com os internsos engarrafamentos do trânsito, notadamente nos momentos chamados de “pico”, o que faz com que os usuários tenham que gastar horas parados em seus veículos ou andando de forma vagarosa. Só para mostrar alguns exemplos de vivenciamento, citamos vias que têm trânsito intenso a qualer hora do dia: avenida Senador Salgado Filho, Camino do Meio, ERS 118 e, também, avenida Liberdade, avenida Plácido Mottin, Beco dos Cunha, Estrada da Branquinha, e aqui no centro na avenida Reverendo Américo Vespúcio Cabral e na avbenida Coronel Marcos de Andrade, etc.

Isso que falamos, apenas, no tráfego, pois na realidade há ainda a questão dos acientes que ocorrem sistematicamente. Para andar neste trânsito carregago, os motoristas têm que ter uma atenção absoluta e, ao mesmo tempo, muita paciência e compreensão. Sem esquecer de aliar a essas exigênias também o treinamento e bom senso.

Abordamos este assunto, para lembrar que o mês passado ganhou cor – como muitos outros ao longo do ano: o Maio Amarelo. Pois o movimento Maio Amarelo foi lançado pelo Observatório Nacional de Segurança Viária. Tem o objetivo de conscientizar motoristas, pedestres e autoridades sobre a necessidade da construção de um trânsito seguro para a preservação da vida.  Chama a atenção para a proibição do uso do aparelho celular ao volante, do consumo de álcool antes de dirigir, incentivando o respeito aos limites de velocidade, o uso do cinto de segurança, entre outras atitudes, que incluem a ação dos pedestre em respeitar a sinalização e as faixas de segurança. Uma das notas elucidativas do movimento Maio Amarelo diz que os agentes de trânsito realizam blitzes educativas, palestras, matividades lúdicas e consientização dos estudantes com presença didática nas escolas. Isso, para nós, em Viamão, não é novidade, pois já faz algum tempo que os alunos da rede municipal de educação recebem esta atividade.

Que tenhamos, na continuidade do crescimento da sociedade, a construção de um trânsito mais humanizado, a fim de reduzir perdas, casualidades nas ruas, estradas e rodovias do país.

Para não deixar passar a oportunidade, informações dão conta que a vereadora viamonense Belamar Pinheiro lançou, no Legislativo local, o Projeto Good Driver, aprovado. Seu texto tem o caráter educativo e permite que qualquer cidadão envie flagrantes de infrações de trânsito aos órgãos fiscalizadores. O motorista será notificado em relação à infração cometida, mas não receberá multa. É um aplicativo instalado no telefone que poderá enviar vídeos ou fotos das infrações de trânsito de forma anônima para o sistema.

Vale à pena dar uma observada.

OBRA DE ARTE

Segunda-feira estava na sala de espera de um consultório médico. Enquanto esperava a chamada, busquei numa mesinha ao lado uma revista para ajudar a passar o tempo. A revista era de 2012. Observei que muito daquilo que estava ali registrado, eu já havia esquecido. Cinco anos. Depois, já na minha biblioteca, lendo alguma coisa antes de escrever esta coluna, deparei-me com um texto que, casualmente, contava a história passada numa sala de espera de consultório. Então, repasso para vocês este texto.

Um dia desses, na sala de espera de um consultório médico, percebi, solta entre as revistas, uma folha de papel. A curiosidade fez com que a tomasse para ler o conteúdo. Era uma bela mensagem que alguém havia escrito. O título, interessante e curioso: “Aprendi”, e dizia o seguinte: Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência, para que a vida faça o resto. Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las. Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos. Aprendi que posso usar meu charme por apenas 5 minutos… depois disso, preciso saber do que estou falando. Eu aprendi que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida. Aprendi que por mais que se corte um pão, cada  fatia continua tendo duas faces… e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho. Aprendi que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser… e devo ter paciência. Mas, aprendi tam-bém,  que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei. Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles. Aprendi que os heróis são pessoas que fazem  o  que devem fazer naquele momento, inde-pendentemente do medo que sentem. Aprendi que perdoar exige muita prática e que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue demonstrá-lo. Aprendi que nos momentos mais difíceis, a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas. Aprendi que posso ficar furioso.  Tenho direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel. Aprendi e repasso ao mundo, que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso. Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando… E que eu tenho que  me acostumar  com isso. Aprendi que não é o bastante ser perdoado pelos outros… eu preciso me perdoar primeiro. Aprendi  que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso. Eu aprendi… que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto. Aprendi que, numa briga, eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando não quero me envolver. Aprendi que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem, não significa que elas se amem. Aprendi que, por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida. Aprendi  que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes. Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável nem mais sábio. Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério. E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos. Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre. Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito. Com essa folha de papel eu aprendi que ainda tenho muito a aprender em minha vida. Com todo meu carinho para vocês que continuam me ensinando  como viver. A Vida é uma obra de arte!

 

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