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Música na escola

(LEIA NO BLOG DETALHES – MILTON SANTOS, JORNALISTA)>>>>

MÚSICA NA ESCOLA ===

Tenho observado que a maioria das escolas da rede municipal de ensino abre espaços para os alunos desenvolverem seus dons artísticos. Música, dança e teatro, além de outras expressões culturais, são colocados à disposição e incentivados. Excelente.

A música, por exemplo, é considerada como recurso importante no dia a dia das crianças. É também considerada peça fundamental na educação e no desenvolvimento infantil. Segundo educadores, o contato precoce com a música cria repertório para que a criança se comunique de forma mais fluída e tenha um incentivo para o desenvolvimento intelectual.

A música dos alunos das escolas viamonenses começa a ganhar destaque. Isso é muito bom! A escola do Jardim Outeiral, na semana passada, apresentou seu coral  em atividade cultural/religiosa no Auditório Araújo Viana, em Porto Alegre, ganhando destaque na imprensa da capital.

Saliente-se, também, o sucesso do Festival do Teatro Estudantil e da Feira Literária, atividades culturais que reuniram milhares de estudantes da escolas viamonenses.

CURIOSIDADE SALGADA

O sal é essencial na culinária. Sem excesso, tá? Mas você, leitor, sabe que existe o sal “rosa”? Ele tem origem no Himalaia e seu uso gera dúvidas de ser ou não benéfico à saúde. Pois o sal do Himalaia tem a cor rosada pela concentração de minerais como o óxido de ferro na sua composição O sal rosa é considerado o tipo mais puro do planeta. A diferença entre os sais é a fonte de extração. O sal “comum” é extraído do oceano e passa pelo processo industrial de refino e branqueamento com agentes químicos. Já o sal “rosa” passa apenas pelo processo de iodação e envase, havendo menos aditivos químicos.

Fui em busca de mais informações para saber se o sal rosa pode ser usado no churrasco. Não encontrei referências a respeito. Seria curioso ver um gaúcho guasca churrasqueiro manuseando um salzinho colorido…(brincadeira, né?…)

SERÁ ASSIM?

Jesus, uma semana antes a percorrer com ramos a Jerusalém, conhecido das autoridades e dos soldados, não precisava ser identificado por um beijo idílico e hipócrita. Mas, no imaginário da bem-construída lenda bíblica, esta versão encarta-se qual uma luva na imaginação daqueles que dizem que tinha de ser assim, e foi, para “salvação da humanidade”. Judas, o traidor, levou trinta moedas de prata.

Contam historiadores e estudiosos que as delações entre os sicários, por benefícios pessoais, correm através dos tempos e persistem. Ou seja, no Brasil os delatores, que navegam pelas salas da Justiça, são Judas que, com seus beijos elucidativos, podem nos levar à “salvação da Nação Brasileira”.

AS RIMAS NA MÚSICA

Uma música, dita infantil, tem na letra uma frase que diz:  “Havia uma pulguinha na cueca do vovô/ O vovô soltou um pum, a pulguinha desmaiou…”.

A história recente do Brasil nos permite a usar a mesma música para introduzir outras letra. Por exemplo, José Adalberto Vieira, assessor político, foi preso no aeroporto de Congonhas, com 100.000 dólares na cueca. Então a letra da música poderia ser assim: “Havia um dinheirinho na cueca do Zezé/ O Zezé soltou um pum e acabou no Canindé…”. Mais recentemente, o deputado Celso Jacob, detido no Complexo da Papuda, foi flagrado com pacotes de biscoito e queijo provolone na cueca. A letra da música seria esta: “Havia um biscoitinho na cueca do Jacó/ Jacó soltou um pum e acabou no xilindró…”.

NÚMEROS QUE MOSTRAM

A atual situação política, econômica e financeira que vivemos no Brasil, a dificuldade encontrada em cada esquina da existência pela população, propicia a necessidade de acompanhamento estatístico para uma noção do crescimento ou refreada dos problemas. E isto em todas as áreas de atividades. Um dos pontos pesquisados diz respeito ao desemprego.

Números acenam para a redução do índice de desemprego e para a desejada (por todos) recuperação econômica do Brasil. Os últimos resultados mostram que a qualidade de vida no trabalho subiu para 6,9 pontos no período de junho a agosto. Esse resultado traz uma reflexão sobre a importância da qualidade de vida que gera o engajamento das equipes e aumento da produtividade das empresas. O levantamento aponta que os trabalhadores indicam menos satisfação com os benefícios que recebem além do salário.

Estas questões de desemprego e ganhos salariais, leva à reflexão sobre a qualidade de vida do brasileiro e neste aspecto os números estatísticos miram uma questão em voga, que é a desigualdade social.

Dizem os especialistas e estudiosos do assunto, que os índices de desigualdade no Brasil ainda são muito graves e profundos, referendando pesquisa Pnad divulgada pelo IBGE. Segundo o levantamento, os brasileiros que pertencem a parcela dos que tem mais rendimentos receberam, em 2016, 36 vezes mais que os 50% mais pobres. De acordo com a Pnad, o rendimento médio mensal da metade mais pobre foi inferior a um salário mínimo. Enquanto a pequena fatia mais rica tinha rendimento médio mensal de 27.085 reais no ano passado, os 50% mais pobres receberam em media apenas 747 reais. Essa desigualdade cresce quando são levados em conta pesquisas regionais, principalmente no Norte e Nordeste, onde estão concentradas a maior parcela de pessoas com menor renda.

Quando é considerada a escolaridade da população que trabalha, as pessoas com ensino superior completo tiveram rendimento médio mensal de R$ 5.189, cerca de três vezes mais do que aqueles com somente o ensino médio completo (R$ 1.716), e cerca de seis vezes acima daqueles sem instrução (R$ 884).

São números estatísticos que vão mostrando o Brasil de agora.

 

 

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