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Os limites da mente

menteConcluí meu último texto com uma pergunta: – Como entender um universo de relações que são motivadas por reações energéticas de seres especiais, ou não, se nos limitamos as coisas que o corpo nos oferece como referencial?

Esta questão me leva a refletir sobre onde é, realmente, o limite do ser, ou seja, estamos restritos a um espaço de vida biológica e meramente somos resultado de reações químicas ao acaso.

Os antigos buscavam a origem do pensamento fazendo avaliações da anatomia abrindo o crânio de cadáveres. Ali buscavam encontrar a origem do pensamento, da consciência e sabe lá o que mais.

As pesquisas anatômicas evoluíram e hoje podemos avaliar a funcionalidade do cérebro com uso de aparelhagem sofisticada que identifica ondas elétricas, impulsos químicos e uma infinidade de reações medidas e avaliadas com modernidade, mas continuamos sem saber onde está a origem da mente ou o sítio da razão, o local da consciência, enfim, identificamos fenômenos biológicos, rastreamos impulsos elétricos, mas continuamos sem saber onde e como está armazenada toda esta capacidade de entendimento do ser humano, e como se configura a história que escrevemos em nossa trajetória por este plano até sua finalização.

As buscas de nossas próprias razões existenciais passam pelo entendimento da presença de uma inteligência, de uma mente pensante que observa, aprende, elabora e constrói tudo ao seu redor e esta mente é definida por muitos como algo que está dentro de uma composição de neurônios e restrita ao conteúdo da caixa óssea que é o crânio.

Fica então mais um questionamento: – A mente humana está restrita a somente um espaço e limitada a uma configuração de fenômenos biológicos, ou será que existe algo mais?

Foto: controversia.com.br

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