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Mudar o Meio Ambiente da escola e melhorar os hábitos

Como mostrar às crianças a necessidade de preservar o mundo? O Mapa de Boas Práticas da Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho traz alguns exemplos de projetos em escolas que ajudam a transformar as sociedades e as vidas de estudantes e familiares, através do contato com a natureza e do desenvolvimento sustentável. E a EMEI Cisne Branco, integrante do Projeto Aurora – Escolas Inovadoras, foi uma das escolas selecionadas para entrar no Mapa de Boas Práticas.

A diretora da EMEI Cisne Branco, Célia Rodrigues, está muito feliz e agradecida pelo reconhecimento. “Estamos entre as três finalistas do Prêmio Mauricio Sirotski Mapa de Boas Práticas, onde fomos selecionados pelo nosso projeto de alimentação saudável e meio ambiente. Obrigada pela participação das famílias em estar conosco nesse desafio de transformação e conscientização, ao nosso grupo de professores e funcionários e à Secretaria Municipal de Educação por acreditar em nosso trabalho e sermos uma das Escolas Inovadoras Projeto Aurora.”

A Escola Municipal de Educação Infantil Cisne Branco, em Viamão, encarou o desafio de como lidar com a necessidade de conscientizar estudantes e famílias para a preservação do meio ambiente, a partir da transformação do próprio espaço. “Quando cheguei na escola, havia um vasto ambiente que não estava sendo utilizado. Tinha um jardim, mas sem flores, sem nada. Era usado só para as crianças brincarem na pracinha. Comecei a trabalhar com eles a necessidade de conscientização. Formamos um jardim com pneus, hortas sustentáveis, algumas delas produzidas pelos pais”, afirma Célia Regina Rodrigues, diretora da escola.

A participação das famílias, de acordo com a diretora, foi fundamental para desenvolver uma conscientização ambiental entre alunos e professores. A escola também tem uma horta que supre alimentos para o dia-a-dia das crianças, além da utilização prioritária de materiais reutilizáveis, diminuindo uso de EVA, isopor, entre outros. A empolgação dos estudantes com técnicas de reciclagem é tão grande que algumas mães se ofereceram para levar as crianças a galpões da cidade, para mostrar como o processo é feito.

“Uma das palavras chave é o incentivo. Tu tens que incentivar, conquistar a cada momento o teu professor, a tua comunidade, e é muito importante trazer a comunidade para a escola. Não fazer a escola “do portão para fora”: a comunidade tem que ter acesso, diálogo, acolhimento. Somos uma equipe, que trabalha junto, e com o incentivo, as pessoas se sentem bem e começam a produzir”, encerra Célia.

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