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Agora é a vez dos meninos se vacinarem contra o HPV

Depois das meninas, agora é a vez dos meninos se imunizarem contra o HPV. A campanha nacional de vacinação foi estendida para os jovens do sexo masculino, neste ano, na faixa etária de 12 a 13 anos. São duas doses, com intervalo de seis meses entre uma e outra. Para a segunda dose, é importante entender que se a criança foi vacinada dentro do limite da faixa etária, estipulada até 13 anos, ela terá de tomar a segunda dose ainda que já tenha completado os 14 anos. A vacina está sendo aplicada em todas as unidades de saúde do município.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), mesmo se o menino já teve diagnóstico de HPV, se estiver na faixa etária estipulada, ele deve receber a imunização. Existem estudos com evidências promissoras de que a vacina previne a reinfecção ou a reativação da doença. A imunização a é potencialmente mais eficaz para adolescentes vacinados antes do seu primeiro contato sexual, uma vez que a contaminação por HPV ocorre juntamente ao início da atividade sexual.

A vacina contra o HPV é segura e recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Já é utilizada como estratégia de saúde pública em quase 100 países que realizaram a aplicação de mais de 175 milhões de doses desde 2006, sem registros de evidências que pudessem pôr em dúvida a segurança dessa imunização.

Podem ocorrer reações relacionadas à vacina HPV, semelhante a outras imunizações, como dor, inchaço e vermelhidão, e, em menor incidência, dor de cabeça e febre.

Cabe ressaltar que o Brasil é o primeiro país da América do Sul e o sétimo do mundo a oferecer a vacina contra o HPV para meninos em programas nacionais de imunizações. A faixa etária será ampliada gradativamente, até 2020, quando serão incluídos os meninos com 9 anos até 13 anos.

HIV/Aids

Todos os meninos e homens vivendo com HIV/Aids, na faixa etária entre nove e 26 anos, deverão receber a vacina. Eles receberão três doses. A segunda dose deverá ter um intervalo de dois meses. A terceira dose, seis meses depois de administrada a segunda dose. É necessário que os portadores de HIV tenham prescrição médica.

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