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Patronesse é homenageada na abertura da 13ª Feira Literária

Em um grande clima de união, bem como se remete ao tema da 13ª Feira Literária de Viamão, aconteceu na noite desta quarta-feira, dia 22, a cerimônia de abertura oficial do evento. O secretário de Educação, Carlos Bennech, ressaltou que a Feira Literária tem por objetivo instigar o contato com os livros e a arte propriamente dita, seja através da música, teatro, contação de histórias, dança ou outro tipo de expressão.

Bennech homenageia a patronesse desta edição da Feira, a professora de língua portuguesa Sônia Göelzer, com a entrega de um buquê de flores e um quadro em reconhecimento. Muito emocionada com a homenagem, Sônia disse estar muito feliz. “Dediquei toda minha vida profissional à educação. Mesmo depois de aposentada há 20 anos, continuo desenvolvendo o trabalho pedagógico na Quinta da Estância Grande. Quando lecionava, promovia Feiras Literárias na escola Setembrina e levava meus alunos para prestigiarem a Feira do Livro de Porto Alegre, porque ainda não existia no município. Também estimulava a leitura em sala de aula”, ressalta. Sônia levou para a praça toda a sua família – marido, irmão, filhos, noras e netos – e visitou todos os estandes.

O prefeito, André Pacheco, enfatiza os programas e projetos executados hoje nas escolas municipais com o objetivo de estimular os alunos a cada vez mais buscarem conhecimentos. “Temos estandes aqui com o projeto Conecturma, que estimula as crianças a serem alfabetizadas nos três primeiros anos, através de plataformas educacionais com gameficação. Temos também um estande com a mostra das escolas inovadoras Aurora, que estão proporcionando um novo sentido de conhecimento às nove escolas que integram o projeto. Este evento, além de estimular a leitura, a linguagem, a diversidade, e o conhecimento, está proporcionando muita cultura e novos aprendizados”, conclui.

O Marujo e a Tempestade

Antes da abertura da Feira, o espetáculo “O Marujo e a Tempestade”, da Cia de Teatro Lumbra, encantou a todos com a encenação de luz e sombras dentro de uma bolha de 4,5 metros de circunferência.  A performance conta a história de um jovem marujo que chega em um porto e conhece uma moça. Os dois se apaixonam. Quando o marujo segue viagem, é pego de surpresa por uma tempestade. A moça, pressentindo o perigo, vai ao encontro dele. Para que o amado seja salvo, um mistério deverá ser revelado. Como testemunhas, apenas a lua cheia e todo o público convidado.

Depois de encerrada a apresentação de 14 minutos da performance, o público pôde interagir com os artistas e entrar no espaço interno da Bolha.

Renato Teixeira

O show de abertura foi com o cantor e compositor Renato Teixeira, um ícone da viola, com músicas voltadas para a cidade e o campo. Teixeira compõe música moderna, com letras elaboradas e recursos da métrica erudita e, ao mesmo tempo, resgata a fala do homem do campo e os costumes regionais.

Muito simples, Teixeira encantou o público, que mesmo numa noite fria, prestigiou o show até o final.

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